Cisma Antigos-Modernos — a mais significativa divisão interna da ocultura.org/encyclopedia/maconaria/” class=”oenc-crosslink” title=”Maçonaria”>Maçonaria inglesa desde a fundação da primeira Grande Loja em 1717, que entre 1751 e 1813 resultou na coexistência de duas grandes lojas rivais na Inglaterra — os “Antigos” e os “Modernos.”

O cisma começou em 1751, quando maçons irlandeses residentes em Londres fundaram a “Grande Loja da Inglaterra segundo as Antigas Instituições,” alegando que a Grande Loja original havia abandonado os marcos fundamentais da Maçonaria ao alterar as senhas rituais em resposta à publicação de Masonry Dissected (1730) de Samuel Prichard. Além de diferenças rituais, havia dimensões políticas: a Grande Loja Moderna alinhava-se com os Whigs e a Casa de Hanover, enquanto os Antigos tinham laços com os Tories e os jacobitas. Por mais de seis décadas a Inglaterra teve duas instituições maçônicas rivais. A reunificação veio em 1813, quando ambas elegeram como Grão-Mestres dois irmãos do rei George IV — o Duque de Kent pelos Antigos e o Duque de Sussex pelos Modernos — e trabalharam um compromisso que criou a atual Grande Loja Unida da Inglaterra. O último vestígio do conflito pode ser visto nos títulos de diferentes jurisdições americanas: algumas se chamam “Livres e Aceitos” (F.&A.M.), outras “Antiguamente Livres e Aceitos” (A.F.&A.M.).

Ver também